I am groot

[Guardiões da Galáxia Vol. 2 – Guardians of the Galaxy Vol. 2, 2017]

Sim! Esse é mais um filme de super-heróis do universo Marvel, em que os heróis são meio desajustados e diferentões daqueles de capa que você está acostumado. E se tem uma coisa que a Marvel faz bem é criar clã de heróis.

Repetindo a fórmula que deu certo na primeira produção, muita música nostálgica e humor, Guardiões da Galáxia Vol. 2 já rendeu 145 milhões de dólares nos Estados Unidos apenas em seu final de semana de estreia. No restante do mundo em que está em cartaz o montante supera os 428 milhões de dólares. Premissa de sucesso e de que os heróis menos populares também conquistaram espaço e amor dos fãs de quadrinhos.

Nesse episódio, os Guardiões são contratados pelos Soberanos para impedir o roubo de poderosas baterias. Mas uma coisa dá muito errado (não vou contar!) e eles acabam sendo perseguidos pelos então ‘chefes’. Nessa fuga alucinada, todos descobrem que o pai de Peter Quill (Chris Pratt), um tal de Ego, o Planeta Vivo (Kurt Russell) realmente existe. Quill decide então entender o passado e conhecer aquele que lhe é sseu único parente, mas vai descobrir nessa jornada que sua família já estava formada bem antes e é outra, totalmente controversa.

No filme há espaço para o romance entre Quill e Gamora (Zoë Saldaña), para entender o conflito entre ela e a irmã Nebula (Karen Gillan) e a relação das duas com o vilão Thanos, para um Rocket (Bradley Cooper) que me arrancou lágrimas (eu chorei mesmo, fazer o que?) e para a aparição de nada mais nada menos que Sylvester Stallone. Mas existem dois destaques consideráveis. O primeiro é o espaço dado a Drax (Dave Batista), que aparece muito mais e faz piadas inteligentes que ganham o espectador.

O segundo é, definitivamente, a cereja do bolo de toda a produção: baby Groot (Vin Diesel). Com toda a certeza esse é o personagem mais fofo de toda a trama, que interliga todos os personagens que possuem uma notória preocupação com seu bem-estar e cativa o telespectador com seu desenvolvimento. Impossível não querer um Groot em casa!

Cenas de ação, coloridas e ótimas sequências são mérito de toda equipe e do diretor James Gunn, que comanda mais uma aventura dos Guardiões e acerta em cheio no drama, na violência, na fofura, no romance e no humor, que é o principal elemento desse nicho de heróis, que não é nem mutante e nem vingador, apenas peculiar.

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